Korzus, Krisiun, Bloodskin e Malvada incendeiam Belo Horizonte no Mister Rock

Com formação renovada e clássicos do metal nacional, bandas arrastaram headbangers mineiros em noite de peso extremo.
Korzus e Krisiun Headbangers BH
Cartaz Headbangers BH. Créditos: Divulgação

Na última sexta-feira, 23 de março, Belo Horizonte foi tomada pela fúria do thrash metal, do death metal e do hard rock. Mais precisamente no Mister Rock, situado à Av. Tereza Cristina, a casa de shows quase foi abaixo com o Headbangers BH, evento que contou com as bandas Malvada, Bloodskin (Slayer Tribute), Krisiun e Korzus.

Malvada e Bloodskin iniciam os trabalhos em BH

A primeira banda a subir ao palco foi a Malvada, grupo de São Paulo formado por Indira Castilho (vocais), Bruna Tsuruda (guitarra), Rafaela Reoli (baixo) e Juliana Salgado (bateria). Com a casa ainda não muito cheia, as meninas deram um show de peso, fazendo o público presente bater cabeça durante toda a apresentação.

A presença de palco de Indira Castilho é bem imponente, chamando a atenção do público a todo o tempo. A guitarrista Bruna não fica para trás, com riffs e solos marcantes. A cozinha da banda, comandada por Rafaela e Juliana, dita o peso das músicas, que, por sinal, soam bem mais pesadas ao vivo.

A próxima banda a subir ao palco foi a Bloodskin, um tributo ao Slayer vindo diretamente do Distrito Federal. A banda já começou com a pesadíssima “World Painted Blood”, faixa-título do álbum de 2009, World Painted Blood.

A Bloodskin mostrou por que o Slayer é uma das bandas mais influentes do thrash metal mundial, tocando desde as músicas mais recentes aos maiores clássicos do grupo, como “Angel of Death”, “South of Heaven” e “Seasons in the Abyss”, dentre outras.

Krisiun apresenta o peso ddo Death Metal brasileiro

Após essas duas apresentações insanas de Malvada e Bloodskin, chegou a hora de o Krisiun subir ao palco. Com a clássica frase “Aí BH, o Krisiun está aqui!”, Alex Camargo abriu um dos shows mais esperados da noite.

Clássicos como “Combustion Inferno”, “Kings of Killing” e “Blood of Lions” fizeram o público presente ir à loucura. O grande destaque ficou para a bateria de Max Kolesne, que dita o peso extremo das músicas da banda de Ijuí, Rio Grande do Sul.

Outro ponto alto foi o anúncio feito por Alex Camargo mais ao final do show, dizendo que este ano os fãs ainda podem esperar o mais novo lançamento da banda. O último álbum lançado pelo grupo havia sido em 2022, o ótimo Mortem Solis. Após o show, Alex Camargo ainda tirou algumas fotos com os fãs presentes.

Korzus fecha a noite com nova formação

Com uma formação novinha em folha, o Korzus subiu ao palco com seus mais novos guitarristas: Jean Patton (ex-Project 46) e Jessica Falchi (ex-Crypta). A banda ainda conta com os veteranos Marcello Pompeu (vocal), Dick Siebert (baixo) e Rodrigo Oliveira (bateria).

Com clássicos como “Correria”, “Discipline of Hate” e “Catimba”, o Korzus mostrou por que é uma das bandas mais influentes do metal nacional. Com os novos guitarristas, a banda está renovadíssima e superpreparada para uma nova fase.

O destaque ficou para o novo single “No Light Within” que, como todas as outras músicas do show, foi super bem executado. Os headbangers ainda tiveram o prazer de ver Marcello Pompeu separando o público para um gigante Wall of Death.

O público de Belo Horizonte mais uma vez mostrou que é um dos mais acalorados do Brasil, dando um espetáculo à parte nos coros de várias músicas das apresentações da noite, além de promover moshpits, circle pits e wall of deaths dignos de grandes festivais.

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